Quem vigiará os guardiões?

Quem vigiará os guardiões?

Desde 1988 acreditava que existia uma Democracia no Estado Brasileiro, no entanto, em favor dela os institutos e as instituições do Estado eram sólidas puramente confiáveis. Fato é que a Carta e os institutos são tão vagos cujo buracos permitiram uma proliferação homogeneizada de ataques descontrolados contra direitos alheios e Direitos devidamente protegidos do Estado Democrático.

Antes a ofensa externa aos assuntos internos, depois interferência externa, mais tarde a imprensa postulou ódio incondicionado contra aqueles discordantes dos delírios de seus controladores e dos interesses externos. E sucedeu na promoção ostensiva do ódio indiscriminado, a violação de institutos jurisdicionados e constitucionalizados, depreciação espontânea a do regime e ocultação das informações.

A Democracia por si só, é um instituto não pertencente ao Estado de Direito moderno nem um regime de concessão, mas peça autônoma essencial que o compõe e não se limita a representatividade. Pressupõe –se na Democracia que o Estado gere um conjunto social por igual a qual elege representantes cuja função não é se auto representar, mas acordar entre si em assembleia aberta todos os momentos normais e decisivos a nação de forma puramente participativa.


A representatividade não faz padecer a participação, pelo contrário, toda vez que houver indiferença que afeta toda a sociedade, exige-se a participação ativa e decisiva do cidadão. No mesmo patamar, condicionai-se os eleitos a se submeter a aprovação final pelos resultados e méritos alcançados sem desfazer dos princípios básicos regentes no regime Democrático. Enfim, quando a democracia não é participativa, a representatividade se transforma em meros jogos de interesse dos que tem maior poder econômico e os institutos são suprimidos por órgão estatais e privados em interesses aquém.


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