O Conservadorismo

O Conservadorismo

O conservadorismo ou conservantismo é um termo usado para descrever posições de interesses sócio-políticos alinhadas ao tradicionalismo e a continuidade da coisa como ela está não sendo aceitas a mudanças e revoluções de determinado marco econômico, social e político-institucional ou no sistema de crenças, usos e costumes de uma sociedade, principalmente e no que acerca de direitos sociais aos menos desfavorecidos, ao avanço da ciência, e a desvinculação do Estado a religião. Em regra, o conservadorismo é sustentado por pessoas com alto padrão de vida detentores de poderes e benefícios a qual não querem abrir mão.

Conservadorismo como uma filosofia política e social promove a retenção de instituições sociais tradicionais. Uma pessoa que segue as filosofias do conservadorismo é referida como um tradicionalista ou conservador. Alguns conservadores procuram preservar as coisas como elas são, enfatizando a estabilidade e a continuidade, enquanto outros, chamados reacionários, se opõem ao modernismo e buscam um retorno ao modo como as coisas eram. O primeiro uso estabelecido do termo em um contexto político originou com François-René de Chateaubriand em 1818, durante o período de restauração de Bourbon que procurou reverter as políticas da Revolução Francesa.

O termo, historicamente associado com a política de direita, desde então tem sido usado para descrever uma ampla gama de pontos de vista. Não existe um único conjunto de políticas que sejam universalmente consideradas como conservadoras, porque o significado do conservadorismo depende do que é considerado tradicional em um determinado lugar e tempo. Assim, conservadores de diferentes partes do mundo - cada um mantendo suas respectivas tradições - podem discordar em uma ampla gama de questões.
O Conservadorismo

Edmund Burke, um político do século 18 que se opôs à Revolução Francesa, mas apoiou a Revolução Americana, é creditado como um dos principais teóricos do conservadorismo na Grã-Bretanha na década de 1790. De acordo com Quintin Hogg, presidente do Partido Conservador britânico em 1959, o conservadorismo não é tanto uma filosofia como uma atitude, uma força constante, desempenhando uma função intemporal no desenvolvimento de uma sociedade livre e correspondendo a uma exigência profunda e permanente da própria natureza humana.